Minha Mãe é uma Peça 3 | Crítica

Minha Mãe é uma Peça, protagonizado por Paulo Gustavo, atualmente, um dos principais humoristas do Brasil, chega ao seu terceiro filme nos cinemas após o sucesso de seus anteriores no cinema nacional. O longa já levou aos cinemas 284.545 mil pessoas e teve renda de R$ 4,6 milhões, acumulando 5.861.612 milhões de ingressos vendidos.

Nesse novo longa, Dona Hermínia se depara com os filhos formando família e, cada vez menos dependentes de seus cuidados. Com Marcelina (Mariana Xavier) grávida de seu namorado Sol (Cadu Fávero) e, Juliano (Rodrigo Pandolfo) noivo de Thiago (Lucas Cordeiro), Hermínia decide controlar novamente a vida dos filhos. A trama se desenvolve com a protagonista em meio a uma crise existencial, ao ver os filhos totalmente independentes delas e constituindo família.

Em certos momentos a trama aposta em uma carga emotiva, como no flashback em que Juliano sofre bullying, quando se fantasia de Emília na infância e no discurso emocionado, feito por Dona Hermínia, durante o casamento do filho, relatando que o casamento do mesmo, servirá de exemplo para outras pessoas.

Como nos filmes anteriores, Dona Hermínia, segue capaz de fazer piada em qualquer local ou situação, o que garante, ao público, risadas do início ao fim do longa.


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