Crítica – O Rastro

O Rastro é um terror nacional do diretor J.C. Feyer, que fez um filme corajoso e diferente do que estamos acostumados a ver no cinema brasileiro trazendo referencias de grandes nomes do terror como “O Iluminado” e “O Chamado”, o terror psicológico da produtora Lupa filmes conta com grandes reviravoltas e alguns sustos, mas deixa a desejar em alguns aspectos.

O Rastro é um terror nacional do diretor J.C. Feyer, que fez um filme corajoso e diferente do que estamos acostumados a ver no cinema brasileiro, trazendo referências de grandes nomes do terror, como “O Iluminado” e “O Chamado”, o terror psicológico da  produtora Lupa Filmes conta com grandes reviravoltas e alguns sustos, mas deixa a desejar em alguns aspectos.

O elenco de O Rastro foi muito bem escolhido e tem Rafael Cardoso (João) e Leandra Leal (Leila) nos papéis principais e que conseguem fazer com que acreditemos nos problemas que eles passam e realmente fazem um excelente trabalho durante o filme, além é claro dos demais integrantes do elenco que também se mostram muito bem.

O roteiro é interessante, mas um pouco confuso, deixando as reviravoltas em destaque e fazendo com que fiquem de lado alguns furos que podem até atrapalhar a experiência dos mais atentos. Alguns momentos são forçados para os sustos com sons muito altos e sem uma preparação para o suspense.

O Rastro apresenta ótimos conceitos e um elenco que se entrega para o filme, mas mostra que a falta de recursos financeiros no cinema nacional faz com que essas produções precisem trabalhar com pouco orçamento, deixando algo que poderia ser grandioso apenas mediano.

Mesmo assim O Rastro vale o Ingresso, e sua estreia acontece no dia 18 de Maio.

Nota: 


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