Crítica – Assassin’s Creed

Você assiste ou pula as Cutscenes dos games?

Se você pula essas cenas em Assassin’s Creed, principalmente as que estão no presente onde ele não é o assassino, com toda certeza o filme com Michael Fessbender não vai te agradar. Mesmo porque o filme se passa na maioria do tempo no presente, onde o
personagem de Fessbender está preso, com diálogos cansativos e que enrolam muito e não dizem nada.

Um dos filmes mais esperados do ano chega aos cinemas nesta quinta (12/01), e parece que não vai agradar muito. No filme é possível ver a dificuldade que os roteiristas tem em adaptar a história do game para o cinema, mesmo em Assassin’s Creed onde a
história no jogo é muito bem amarrada e até mesmo simples de adaptar. Conseguiram fazer uma bagunça, desconstruindo a noção de que tudo acontece quando o personagem principal está “dentro” do Animus, parece que faltou uma consultoria com alguém que jogasse AC.

As cenas em que Cal Lynch (Michael Fessbender) revive as aventuras do assassino Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV, eram impecáveis com uma fotografia muito parecida com o jogo, único ponto baixo era quando durante as cenas de luta o plano se fechava, e não mostrava muito bem as coreografias que foram muito bem feitas. O figurino também foi muito bem adaptado, dando a impressão de que estávamos dentro do game, mas isso aconteceu pouco durante o filme.

Michael Fessbender está bem no filme, o que era esperado, mas Marion Cotillard decepciona novamente, é claro que o roteiro não ajudou muito. Espero que os produtores e os estúdios entendam um pouco o que são as histórias contadas nos games, pois Assassin’s
Creed tinha tudo pra ser o melhor filme baseado em game, o que não aconteceu, e com certeza vai deixar muitos fãs decepcionados com a qualidade da história que foi contada.

Assassin’s Creed estreia no dia 12 de janeiro, e não vale o ingresso.

Nota: classificação site 2

Sinopse: Através de uma tecnologia revolucionária que desbloqueia as suas memórias genéticas, Callum Lynch (Michael Fassbender) revive as aventuras do seus ancestral, Aguilar, em Espanha no séc. XV. Callum descobre que é descendente de uma sociedade
ancestral secreta, os Assassinos, e através da sua experiência nas memórias de Aguilar, adquire o conhecimento e a perícia necessária para entrar em confronto nos dias de hoje com os eternos inimigos dos Assassinos, os Templários, uma organização poderosa e opressiva.

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2 opiniões sobre “Crítica – Assassin’s Creed”

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