Crítica – Doutor Estranho

A Marvel Studios começa a mostrar o Mundo Mistico das histórias em quadrinhos com o “Mago Supremo”, que traz Benedict Cumberbatch na pele do Doutor Stephen Vincent Strange ou Doutor Estranho

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A Marvel Studios começa a mostrar o Mundo Místico de suas histórias em quadrinhos com o “Mago Supremo”, que traz Benedict Cumberbatch na pele do Doutor Stephen Vincent Strange ou Doutor Estranho.

Diferente dos demais filmes dos heróis Marvel, esse filme mostra magias e distorções da realidade, mas mantem a mesma qualidade e o padrão já instituido pelo estudio. Divertido e sem se arriscar o filme faz você sair do cinema feliz, com vontade de ver um pouco mais, mas ainda está longe de ser o melhor filme da Marvel.

Agora vamos ver quem é fã de quadrinhos de verdade, já que a Marvel começa a apresentar heróis que não são conhecidos do grande público, como é o caso de Doutor Estranho, o mago dos quadrinhos chega aos cinemas apresentando uma nova vertente para filmes de
heróis. Já que está ficando caro para o estúdio manter suas estrelas, a Marvel começa a mostrar “novos” personagens que possam ser protagonistas no futuro, e parece que acertou com Stephen Strange.

Começamos a ver filmes que não tem medo de mostrar o herói com ele é nos quadrinhos, com um visual muito bonito e lutas que impressionam no 3D, e que faz com que o filme fique divertido. Sem diálogos longos e explicações sobre como conjurar as magias, confesso que espera mais, mas essa forma simples de mostrar os poderes do Doutor fez com que tudo fluisse com naturalidade sem ser chato. Alguns fãs do quadrinho original podem não gostar do pouco de magia apresentado, mas convenhamos são poucos os fãs, e acredito que o grande publico vá gostar e muito produtos serão vendidos, o que fará com que Benedict Cumberbatch volte a interpretar o Mago em mais um filme solo.

Com uma trama simples sem reviravoltas Doutor Estranho mostra que a Marvel Studios não quis se arriscar, isso é até um pouco frustrante, mas não atrapalhou o andamento da história que é complexa para os quadrinhos e onde o herói não tem muito sucesso sozinho. Com um elenco recheado de excelentes atores, que com suas atuações compensam essa falta de criatividade no roteiro, Benedict Cumberbatch (Dr Estranho) é sempre impecável em tudo que faz, e desta vez não foi diferente. Tilda Swinton (A Anciã) é um dos pontos altos do filme, a atriz que sempre vai bem em ser coadjuvante se mostrou muito bem, com seu ar andrógeno e engraçado em algumas cenas (quero um action figure dela), infelizmente se vê pouco dos poderes do Barão Mordo, por isso é difícil de avaliar o ator Chiwetel Ejiofor, que teve muito tempo de tela mas com pouca importância, e apenas no final podemos ver o que será desse personagem.

O vilão Kaecilius, interpretado pelo ator Mads Mikkelsen, é um vilão do UCM, como disse no início o filme segue os moldes de todo universo Marvel nos cinemas, então ele é a ameaça que não parece tão ameaçador. E mesmo assim Mikkelsen consegue extrair um pouco do personagem, o que o deixa até um pouco interessante. Já Dormammu é um galáctos que tem uma cena muito boa com Strange e nada mais, apesar de a batalha final com ele ser muito bem elaborada.

O que não se pode negar é que o visual impressiona, com efeitos parecidos com o filme A Origem (Inception), mas muito melhorados, fazendo com que as batalhas com Distorção da Realidade ficassem lindas de se ver. E claro que Doutor Estranho faz mensão as jóias do infinito e até mesmo aos Vingadores, e provavelmente vamos ver Strange em Guerra Infinita, já que ele possui uma das jóias de Thanos.

Doutor Estranho (Doctor Strange) estreia dia 3 de Novembro, vale o ingresso, e lembre de ficar até o final dos letreiros pois tem duas cenas pós créditos. Uma fazendo o gancho para Thor Ragnarok e outra para Doutor Estranho 2.

Nota: classificacao-positiva

Se você não conhece Doutor Estranho, veja: VOCÊ CONHECE? DOUTOR ESTRANHO

Você Conhece? Doutor Estranho

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