Crítica – Mortadelo e Salaminho: Missão Inacreditável

Mortadelo e Salaminho (Mortadelo y Filemón) são personagens de histórias em quadrinhos, criados pelo espanhol Fancisco Ibáñez em 1958. E trata-se de dois detectives da T.I.A. (Técnicos de Investigações Avançadas), que são atrapalhados e não fazem nada direito. Esses charmosos personagens ganharam uma animação digna de Hollywood, em uma homenagem ao seu criador que completou 80 anos de idade em março deste ano.

Eu conhecia os personagens mas não havia lido nenhuma HQ, então fui ao cinema com um pé atrás. Mas o que vi foi um desenho com piadas adultas e anárquicas, uma animação de alto nível onde era possível ver até mesmo a textura do nariz dos personagens, além de uma dublagem muito bem feita por Marco Luque e Lucas Salles. A direção de dublagem ficou por conta de Wendel Bezerra, que soube mostrar o caminho para os dois iniciantes na arte de dublar, com piadas adaptadas que não tiraram o brilho da animação do diretor
Javier Fesser que fez um excelente filme.

Mortadelo e Salaminho: Missão Inacreditável foi uma grande homenagem que os espanhóis fizeram para Ibáñez, um desenho engraçado que trouxe o toque do seu criador. Vale muito o ingresso, agora falta uma homenagem dessas para Mauricio de Sousa.

Nota: classificacao-positiva

Mortadelo e Salaminho: Missão Inacreditável traz classificação indicativa 12 anos e já está disponível nas salas Cinépolis.

Sinopse: O debochado vilão Jimmy Odoidão roubou um documento ultrassecreto da agência de inteligência T.I.A. (Técnicos de Investigações Avançadas), o que fez com que ela fosse ridicularizada mundo afora. O único jeito de resgatá-lo é convocando os atrapalhados agentes Mortadelo e Salaminho, mas antes eles precisam passar pelo novo invento do Professor Bactério: a reversitiva, um composto que transforma as pessoas exatamente no oposto do que são. Desta forma, ambos ficam corajosos e inteligentes e podem realizar a perigosa missão.

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