exterminador do futuro: destino sombrio

Exterminador do Futuro: Destino Sombrio | Crítica

Exterminador do Futuro: Destino Sombrio chegou aos cinemas esta semana com boas cenas de ação e algumas cenas nostálgicas que abalaram o coração dos fãs, mas infelizmente se perde a partir do meio do filme deixando a historia monótona e previsível, assim como nos “antecessores”.

O produtor James Cameron iniciou a produção de Exterminador do Futuro: Destino Sombrio dizendo que esse filme continuaria a historia do segundo longa da franquia, deixando de lado todos os outros já lançados. Durante o início do filme vemos muito disso em cenas maravilhosas com Sarah Connor e outros personagens em destaque, mostrando que Destino Sombrio realmente faz parte de um universo onde os outros filmes da franquia não existem, mas após os personagens se Sarah Connor e o robô T-800 se reencontrarem o longa se perde e temos mais um final parecido com o já vimos durante toda a franquia.

A primeira metade do filme é cheia de ação e somos apresentados a novos personagens. Dani Ramos (Natalia Reyes) enquanto é uma menina que está fugindo do novo vilão é interessante, mas quando descobrimos quem ela realmente é tudo fica sem sentido e pouco palpável. Grace (Mackenzie Davis) é um híbrido de maquina com humano, parece que já vimos isso em algum lugar (Terminator 4), mas mesmo assim a personagem é poderosa e interessante. O novo vilão Terminator Rev-9 (Gabriel Luna) conta com um visual muito bem trabalhado e as cenas de luta com ele são incríveis, mas não passa de algo indestrutível e que não possui um ponto fraco, a única coisa que pode parar a maquina deixa o desfecho da historia muito raso e fraco.

Agora o que mais agrada no filme é sem duvida Sarah Connor (Linda Hamilton) e T-800 (Arnold Schwarzenegger), a dupla gera ótimos diálogos e momentos engraçados, junto com uma carga emocional enorme que nos faz pensar na jornada de Sarah que é muito mais interessante do que a da nova protagonista da saga.

Exterminador do Futuro: Destino Sombrio tinha de tudo para valer o ingresso, já que conta com uma bela direção de Tim Miller, mas breca em um roteiro preguiçoso e com pouca criatividade, sendo assim, concluímos que James Cameron não entregou o que foi prometido, apenas iniciou algo novo e corajoso e que no fim acabou com o mesmo que já vimos durante anos na franquia.


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