Crítica – A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

A melhor adaptação de um anime já feita!!!

Essa é a melhor definição para A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, já deixando bem claro que vale muito o ingresso. Com Scarlett Johansson como Major, que no início foi muito criticada por não ser Oriental, mas isso fica de lado quando se assiste ao filme, e existe uma explicação para isso durante o longa.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell é a adaptação em Live-Action do anime Ghost In The Shell, que antes foi um mangá de mesmo nome criado por Masamune Shirow. E com certeza é a melhor adaptação de algo oriental para o cinema, o próprio diretor do filme, Rupert Sanders, disse em entrevista para o Jovem Nerd que mudou algumas das narrativa do anime para melhorar a adaptação, já que o anime é muito filosófico e seu plot é muito profundo. Por isso ele mesmo optou por mudar e trazer como plot o real passado de Major, fato que foi muito bem explorado e não atrapalhou em nada o andamento do longa.

O filme possui todas as cenas de ação do anime, que foram feitas iguais ou com poucas diferenças, o que é um grande “fan service”, daqueles que vai deixar quem conhece a animação de boca aberta. A ambientação e o 3D são muito bem feitos com uma computação gráfica de primeira.

ghost in the shell 07

A única coisa que deixa a desejar é o tempo de filme que poderia ser mais curto, pois quem não é fã da franquia vai se sentir um pouco perdido na metade do filme. Mas isso é compensando com o elenco que foi muito bem escolhido, e é claro que não podemos deixar de falar sobre Scarlett Johansson (Major) que foi muito criticada quando saíram as primeiras imagens e confirmações de elenco. Scarlett está muito bem no papel da protagonista, onde faz cenas de ação com muita desenvoltura e no momento em que está dialogando, principalmente com Batou (Pilou Asbæk), a atriz consegue passar a carga da personagem e também parecer um ser artificial.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell estréia nesta quinta, dia 30 de março nos cinemas, e como falei antes vale muito o ingresso.

Nota: classificação 4

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