Crítica – A Cura (A Cure For Wellness)

A Cura tenta assustar, mas não consegue, enquanto o clima tenso foi deixado de lado fazendo o filme se arrastar e o deixando sem identidade. Em alguns momentos parecia um terror sobrenatural, em outro aqueles filmes que trazem a ciência como a grande vilã e em
outro momento parecendo “A Ilha do Medo” de Scorsese em uma versão medíocre.

O primeiro ato de A Cura apresenta um filme cheio de suspense que te deixa vidrado tentando entender tudo que é apresentado, e de repente o filme se transforma em uma cópia barata de “A Ilha do Medo” e no plot final você descobre a bagunça e a falta de
vontade dos roteiristas e do diretor Gore Verbinski em contar uma boa história de terror.

A ideia é muito boa, mas não foi bem executada por Gore Verbinski, parece que o diretor não conseguiu decidir qual seria o tom do filme. Além de ser confuso o filme se arrasta sendo possível sentir que o tempo não passa no cinema, o elenco também não ajuda muito já que o ator Dane DeHaan (Lockhart) não consegue segurar o filme, e em momento algum você sente a possível perda do personagem.

A Cura é um daqueles filmes que parecem ter sido criados por 3 roteiros diferentes unidos de qualquer jeito, e realmente não vale o ingresso.

Nota: classificação 1


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