Crítica – Primeiro Episódio de Legion

Assistimos ao primeiro episódio de Legion no dia de estreia, e ficamos confusos aqui na redação.

Assistimos ao primeiro episódio de Legion no dia de estreia, e confesso que ficamos confusos aqui na redação. Eu pessoalmente não sei se a série é sensacional, ou se ela apenas tenta ser “cool”, sendo diferente apenas por fazer parecer com que a pessoa que assiste e não goste seja “burra”.

Legion estreou na última quinta-feira, dia 09, no canal FX, trazendo o universo dos X-Men para a Tv em formato de série semanal. Com um ar diferente do que estamos acostumados a ver quando se diz respeito a série de super herói, e com uma visão completamente distorcida que faz o espectador pensar um pouco. Isso é bom e realmente não tenho do que reclamar, o problema aparece quando você percebe que aquilo não é inovador e nessa tentativa de fazer algo diferente o episódio se repete e te diz todo momento a mesma coisa.

Contar uma história de maneira não linear está virando moda, e quando contada da maneira certa te prende e sempre traz um grande plot, mas em Legion isso não acontece, pois o recurso ficou um pouco forçado, assim como a psicodelia. Entendi que foi para mostrar como a mente de David Haller (Dan Stevens) funcionava, mas isso ficou esquisito e sem sentido no universo já apresentado dos X-Men, já que esse tipo de visual é esperado no mundo místico da Marvel Comics e não entre os mutantes.

O primeiro episódio não agradou no roteiro, nem na apresentação dos personagens, e muito menos nos efeitos (vide a batalha no final do episódio), o visual apesar de não parecer com X-Men até que agrada um pouco, mas mesmo assim Legion não é espetacular como
muitos estão falando.

Não vou dar nota para esse primeiro episódio pois quero esperar mais alguns episódios, já que mesmo não gostando Legion se mostrou como algo diferente e que merece ser vista mais um pouco.

Sinopse: David Haller (Dan Stevens) é um rapaz diagnosticado com esquizofrenia que passou os últimos cinco anos de sua vida em um hospital. Institucionalizado mais uma vez, David se perde na rotina estruturada da vida no hospital, e passa todo o seu tempo em silêncio junto à amiga Lenny (Aubrey Plaza), uma paciente cujo vício em drogas e álcool não diminuiu em nada seu otimismo.

Mas a vida de David muda com a chegada de uma nova paciente: Syd Barrett (Rachel Keller). Atraídos um pelo outro, David e Syd compartilham um encontro surpreendente, depois do qual David enfrenta a possibilidade de as vozes que ele ouve não sejam exatamente produtos de sua imaginação.


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