Crítica – Cães de Guerra (War Dogs)

Como não gostar de um filme que contém armas, dinheiro, piadas, verdades e cenas muito parecidas com o Lobo de Wall Street?

Foi assim que Cães de Guerra (War Dogs) me “pegou”. Com um roteiro simples, e com a boa combinação de Miles Teller e Jonah Hill o filme é engraçado ao mesmo tempo que conta uma realidade absurda e estranha sobre a lei de venda de armas nos EUA.

O filme começa apresentando algo que deu errado, com David (Miles Teller) narrando sua trajetória, depois tudo volta e mostra como aquilo foi acontecer, assim como em Lobo de Wall Street e outros filmes que já conhecemos, mas com um tom muito mais cômico a partir do momento em que somos apresentados a Efraim (Jonah Hill). Um amigo de infância de David que vende armas para o exército dos EUA.

Tanto Miles Teller quanto Jonah Hill estão muito bem nos seus papéis, Hill rouba a cena muitos vezes por ser um excelente alívio cômico, e vale ressaltar que ele possui a melhor risada de Coringa (fica a dica Leto). Mas durante o filme é possível ver a crítica sobre a maneira como é tratado o comércio de armas nos EUA, já o diretor Todd Phillips fez bem o seu trabalho em deixar engraçado o que realmente é estranho para nós brasileiros, e ao mesmo tempo deixou sério também o que era preciso, lembrando sempre o expectador que aquela era uma história real.

War Dogs é um dos filmes que vale o ingresso, divertido, sério e que vai te deixar pensando um pouco se a guerra é mesmo necessária, ou se ela existe apenas para o lucro pessoal de alguns.

Nota: classificacao-positiva

Dois amigos (Miles Teller e Jonah Hill) levam uma vida tranquila em Miami Beach. Em busca de dinheiro para comprar maconha, descobrem que existe um mercado ilícito em expansão com a venda de armas para o exterior e decidem aproveitar. Com um contrato de 300 milhões de dólares fechados, eles decidem ir para o Afeganistão acompanhar a explosiva transação e ganhar experiência.

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