Crítica – As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras

Está nos cinemas o segundo filme das novas Tartarugas Ninja, e nesse o diretor Dave Green conseguiu trazer a diversão e nostalgia da série animada dos anos 90, com uma roupagem mais atual fazendo um filme de ação que toda criança fica “maluca” assistindo, e todo adulto entende as referências do universo das tartarugas.

O filme é uma continuação direta de Tartarugas Ninja (2014) e o segundo longa conseguiu ser melhor que o antecessor, sem explicações e sem o tom sombrio “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” traz a “loucura” e a diversão das Tartarugas de volta para a franquia. Com personagens como Bepop e Rocksteady o filme fica mais leve e fazendo todas as crianças que estavam no cinema darem risada no momento em que eles apareciam, mostrando um Destruidor muito parecido com o desenho, e não mais aquele robô gigante, o que tornou o personagem mais interessante e mais temido do que o do primeiro filme.

A participação de Stephen Amell (Casey Jones) não deixou nada a desejar, e era muito engraçado quando ele estava junto com as tartarugas, já Megan Fox sempre consegue provar que é só um rostinho bonito e realmente não consegue agradar ninguém novamente. Enquanto as tartarugas são um show a parte, com Michelangelo ganhando destaque por ser o mais engraçado, Donatelo é o gênio que cria vários objetos como o Caminhão de Lixo dos Irmãos, Rafael está melhor do que no primeiro filme e a cena mais engraçada fica por conta dele, já  Leonardo é o líder que controla todos eles.

Um CGI impecável faz as cenas de ação serem muito bem feitas, até mesmo na cena final com Kraang que simplesmente aparece e todos sabem quem ele é. Esse é o espírito das Tartarugas Ninja, ação e comédia do início ao fim, sem muitas explicações e sem origens sombrias, vamos deixar isso para os quadrinhos. E vamos levar a criançada para ver um filme que vai divertir e não explicar.

Nota: classificacao-positiva

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