Crítica – Ratchet e Clank: Heróis da Galáxia

Fomos ao cinema ver uma adaptação do jogo de Playstation 4, Ratchet & Clank, que é um reboot da franquia que ficou conhecida no Playstation 2. Vimos uma animação de qualidade, muito parecida com os gráficos do novo game e um enredo muito parecido com o de jogos de aventura, dirigida por Kevin Munroe e Jericca Cleland.

O filme tenta atingir um público específico, de crianças menores – até 9 anos, seu roteiro é bem simples e as piadas fizeram as crianças que estavam na sala rir bastante. Já para os adultos a experiência não foi tão positiva, já que a história não te prende muito e os personagens não são tão carismáticos.

É sempre difícil adaptar um game para a tela do cinema, e com Ratchet e Clank: Heróis da Galáxia isso não foi diferente, não acredito que o filme irá levar multidões ao cinema, mas se você joga o game e quer mostrar algo diferente para seu filho(a) o filme vai diverti-lo. O longa consegue chamar a atenção do seu público-alvo, mas Heróis da Galáxia deixa a desejar em tempos onde adultos também se divertem vendo animações junto com seus filhos. Pudemos também jogar um pouco do game, que é muito divertido e lembra um pouco Crash Bandicoot, o jogo sim vai fazer com que adultos e crianças joguem juntos.

Nota: 

Sinopse: O filme conta a história de Ratchet e Clank, dois heróis improváveis que tem como missão parar um alienígena chamado Chairman Drek, que está destruindo cada planeta na galáxia Solana. Ratchet é o último de sua espécie – um ” Lombax ” que cresceu sozinho sem uma família para chamar de sua. Clank é um pequeno robô com mais cérebro do que músculos. Quando os dois se deparam com uma arma perigosa capaz de destruir planetas inteiros, eles devem juntar forças com uma equipe de heróis chamada “Os Rangers Galácticos”. Ao longo do caminho eles vão aprender sobre heroísmo, amizade e a importância de descobrir a própria identidade .

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