Crítica – Capitão América: Guerra Civil – SEM SPOILERS

Capitão América: Guerra Civil é o próximo filme da Marvel Studios que mostra o embate entre Capitão América e o Homem de Ferro, por diferenças de pensamento que já foram mostradas desde o primeiro dos Vingadores.

Como sempre a Disney/Marvel sabe muito bem como divertir todos os espectadores, com tiradas de humor muito boas e cenas de ação que vão te empolgar, mas mesmo assim alguns erros são aparentes e mais uma vez parece que a Marvel não consegue apresentar bons vilões.

O terceiro filme “solo” do Capitão América é uma continuação direta de Vingadores: Era de Ultron, onde nos foi apresentado quase todos os heróis envolvidos no filme. A premissa é muito boa lembrando que é baseada na mega saga em quadrinhos da Marvel, Civil War, que na verdade é muito grande e engloba um numero muito maior de personagens, mas vamos listar essas diferenças em outro momento. É claro que o filme não teria uma proporção tão grande, mas se você vai ao cinema esperando isso,  esqueça.

O longa é repleto de cenas de ação muito bem elaboradas, assim como em Capitão América: Soldado Invernal, isso graças aos Irmãos Russo que sabem mostrar o que queremos ver em lutas sem ou com pouco CGI. Os diálogos são bem explicativos e curtos, geralmente as coisas são esclarecidas com poucas palavras ou com apresentações rápidas, deixando o filme mais dinâmico e com minímas pausas. O ponto alto do filme são os novos heróis como Pantera Negra ,que foi interpretado pelo ator Chadwick Boseman, e que realmente se mostrou um excelente T’Challa com direito a sotaque e tudo. Outro personagem que foi apresentado de uma maneira muito boa (mas fez apenas uma participação) foi o Homem Aranha de Tom Holland, com certeza as cenas com o Aranha foram as mais engraçadas. Só é uma pena que ele apareça apenas no seu filme solo com a Marvel, seria uma boa ver o personagem em mais filmes e com participações maiores.

Por enquanto tudo está indo bem, mas infelizmente alguns pontos do filme deixam a desejar. E o vilão é um desses pontos já que o Barão Zemo (Daniel Brühl) do filme não se parece nem um pouco com o dos quadrinhos, e sua motivação é muito pequena se comparada com os quadrinhos do Capitão, alguns furos no roteiro são feitos principalmente com a aparição do vilão, que poderia ser perfeitamente retirado da história. O general Ross, que é interpretado pelo ator William Hurt, tem pouco tempo de tela, e quando ele aparece geralmente está dando ordens para um Tony Stark apático e completamente diferente do que estamos acostumados a ver.

Apesar de tudo que citei acima o filme é muito divertido e conta com uma trilha sonora muito empolgante, dou mérito para a empolgação que o filme traz para os diretores Anthony e Joe Russo, que sabem contar uma história e mesmo com furos você acaba acreditando que aquilo pode acontecer. Capitão América: Guerra Civil vale o ingresso (que está muito caro por sinal), e está entre os 3 melhores filmes do Universo Cinematográfico Marvel, então pode ir tranquilo no dia 28 de Abril assistir ao filme que possui somente uma cena pós-crédito.

Nota:  classificacao-positiva

 

Anthony e Joe Russo dirigem o roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely. Capitão América: Guerra Civil estreia em 28 de abril de 2016

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