Asteroid City é um filme diferente de qualquer produção que eu tenha visto na minha vida. Com um elenco literalmente ESTELAR o novo filme do diretor Wes Anderson aborda em linguagem teatral sobre uma cidade ficcional em pleno deserto americano, nos anos de 1955.

A pequena Asteroid City tinha apenas 87 moradores e se torna sede de uma convenção acadêmica para pequenos gênios Observadores Cósmicos Jr./Cadetes Espaciais (organizada com o objetivo de juntar estudantes e pais de todo o país para uma competição escolar com oferta de bolsas escolares). Até que acontecimentos fazem a cidade virar de ponta cabeça e varias situações começam a acontecer simultaneamente com consequências que podem mudar o mundo.

O filme tem uma excelente linguagem artística com estreia no festival de Cannes e foi indicação a Palma de Ouro antes mesmo de sua estreia ao público. Um filme feito para o gosto dos críticos da academia do Oscar, e que pode não ter a mesma recepção do grande público.

O filme tem um elenco incrível e são tantos nomes famosos que cada vez que aparecia um ator ou atriz por dentro eu gritava: “Olha é o Tom Hanks! Meu Deus a Scarlet Johansson. Não acredito que é o Jeffrey Wright e a Tilda Swinton, Bryan Cranston, Edward Norton, Adrien Brody, Maya Hawke, Steve Carrel, Matt Dillon, Margo Robbie, Willian Dafoe, Jeff Goldblum, Liev Schreiber , Fisher Stevens, Bob Balaban e até mesmo o Seu Jorge!

A trama é praticamente uma teia de personagens aleatórios que se conectam transformando Asteroid City em uma celebração ao cinema combinando ironia e elementos trágicos. A paleta de cores pastéis, os cenários em 2D, cenas em preto e branco e tantos outros elementos fazem a fotografia parecer uma pintura.

Marcado pelo estilo de filme de Wes Anderson, Asteroid City é pura arte. E tive uma sensação que a constelação inteira de tantos talentos do cinema pediu pra participar deste filme, nem que fosse pra fazer uma ponta. O filme é tão diferente, que alguns vão amar e outros vão odiar, e muitos vão sair do cinema com um ponto de interrogação na cabeça, como foi o meu caso.

Por Cintia Vaz

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