mulher-maravilha 1984

Mulher-Maravilha 1984 | Crítica

Depois do grande sucesso do primeiro filme Mulher-Maravilha, nossa heroína volta às telonas com uma sequência incrível em Mulher-Maravilha 1984, que depois de muitos adiamentos, por conta da covid-19, finalmente estreia nos cinemas brasileiros.

Somos levados novamente a Ilha Paraíso, onde a jovem Diana (Lilly Aspell) participa de um torneio realizado entre as Amazonas. Vemos a jovem cheia de bravura, coragem e determinada a vencer a competição, mas aquela criança tinha uma lição importante a aprender: a importância da verdade, e que não há vitória digna por meio de atalhos e mentiras.

Já na década de 80, Diana (Gal Gadot) trabalha como arqueóloga no museu Smithsonian. Lá ela conhece Barbara Minerva (Kristen Wiig), que se torna responsável por investigar um item roubado de uma joalheria no shopping, mais tarde descobrimos que o item é capaz de realizar desejos.

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Maxwell Lord (Pedro Pascal), empresário ambicioso, vê nesse item a solução de seus problemas financeiros e usa de todos os meios possíveis para consegui-lo, tornando-se assim um dos vilões da trama. Por conta desses desejos, Barbara, antes sem graça, desajeitada e deselegante, está cada vez mais diferente, tornando-se atraente, interessante e sofisticada, até sua transformação final, quando se torna uma predadora alfa.

Os desejos também trazem Steve Trevor (Chris Pine) de volta a vida de nossa heroína, fazendo com que eles tenham mais tempo juntos e dando a Diana um companheiro na luta para salvar o mundo.

O filme tem uma trama simples, mas realizada de uma forma magnífica. A química entre Gal Gadot e Chris Pine, que já era ótima no primeiro longa, parece estar ainda maior, e é incrível vê-los juntos em cena. Os vilões também são destaque, já que Max Lord é um vilão malvado, mas cheio de conflitos, e Pedro Pascal o representa de forma admirável. Já a evolução de Barbara até se tornar a Mulher-Leopardo é desoladora, mas tamb´me fabulosa.

Gal Gadot está novamente fantástica na pele da Mulher Maravilha, mostrando que nasceu para encarnar esse papel, demonstrando estar muito mais à vontade em reviver a personagem e entregando assim uma atuação incrível. É possível ver o amadurecimento da personagem, em relação ao filme anterior, e Diana está mais experiente e com isso controla melhor seus dons e poderes.

As cenas de luta e ação estão simplesmente lindas e épicas. Patty Jenkins e Gal Gadot nos entregam um filme que beira a perfeição, empolgante e que faz rir e chorar do início ao fim. Além de nos passar uma mensagem bela e necessária de esperança e verdade, pois nada de bom nasce de mentiras.

Valeu a pena esperar todo esse tempo, pois estamos diante do melhor filme do universo DC.


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