Crítica – Transformers: O Último Cavaleiro

O quinto filme da franquia dos robôs dos anos 80, Transformers: O Último Cavaleiro chega ao cinema no próximo dia 20 de julho com a mesma estrutura dos demais longas  e mesmo com uma história fraca, cheia de furos no roteiro, consegue sim agradar aos fãs , e nós do Site NãoSeiNada, trazendo a marca de Michael Bay que tanto gostamos com muitas explosões e lutas entre robôs gigantes.

Não espere uma grande história com diálogos que impressionam em Transformers, já que esse não é o estilo de Michael Bay, o longa apresenta muita ação e a suspensão de descrença precisa estar sempre “ligada”, principalmente nas soluções apresentadas pelos personagens para resolução de qualquer problema que lhes é apresentado.

O elenco não é dos melhores, mas desta vez o destaque fica com a pequena Isabela Moner (Izabella) e claro com Anthony Hopkins (Sir Edmund Burton) que ainda consegue dar um pouco de seriedade para as atuações no filme. O que mais incomoda no roteiro é o fato dos robôs serem monossilábicos, e não interagirem de maneira orgânica com os personagens humanos, apenas o transformer mordomo de Edmund faz um contato mais direto com os humanos.

Se você é fã da saga, adora robôs se digladiando, quer levar alguma criança para assistir ou gosta de “Metal Gear” (ótima referência no filme) Transformers é uma boa opção de entretenimento e vale o ingresso. Agora se espera um reboot com mais conteúdo esse filme não é pra você.

Nota: classificação site 3

Transformers: O Ultimo Cavaleiro estreia dia 20 de julho nos cinemas.

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