Crítica – Trolls

O diretor Mike Mitchell (Shrek Para Sempre) está a frente de Trolls, a nova animação da Dreamworks, que traz os felizes Trolls enfrentando os temíveis e tristes Bergens.

O diretor Mike Mitchell (Shrek Para Sempre) está a frente de Trolls, a nova animação da Dreamworks, que traz os felizes personagens enfrentando os temíveis e tristes Bergens. Sempre cantando e com piadas simples, Trolls vai agradar muito o público infantil, mas os adultos vão precisar entender que essa é uma animação para crianças.

Com muitas cores e músicas famosas, que na versão dublada foram adaptadas, Trolls mostra como ser feliz de verdade. Muitos desenhos hoje em dia trazem uma mensagem em seu enredo, e os “Doendes da Sorte”também trazem um recado para as crianças, ensinando que a alegria está dentro de cada um. Somente isso já vale o ingresso, mas não é apenas com isso que a animação se sustenta.

A Dreamworks mantem a qualidade na animação, que é bem colorida e tem um visual sem igual quando estamos na terra dos Trolls, sempre colorida e parecendo que tudo era de pelúcia, mesmo em 3D é possível ver esse efeito sem perda na qualidade. Já quando está na cidade Bergen tudo é escuro e triste, mostrando muito bem as diferenças e contrastes entre os heróis e os vilões.

O roteiro é bem amarrado com poucas pontas soltas, bem simples e até mesmo previsível. Mas para as crianças tudo será um momento magico de amizade e mudança, realmente é bem claro o público que Trolls quer alcançar, sendo assim é bem fácil saber se vale ou não o ingresso.

Trolls chegou aos cinemas brasileiros dia 27 de outubro, e vale a pena levar uma criança para assistir em 3D.

Nota: classificacao-positiva

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