Crítica – Meu Amigo, o Dragão

Meu Amigo, O Dragão (Pete’s Dragon) é um remake do filme de 1977 com o mesmo nome, baseado no conto de S.S. Field e Seton I. A Disney conseguiu deixar o remake mais moderno, mostrando preocupações com a natureza e valores existentes nas famílias reais, uma fantasia que imita a vida real com maestria e que deixa crianças de 10 anos chorando de soluçar.

No filme Pete, de dez anos, vive perdido na floresta há mais tempo do que se consegue lembrar. Depois de anos sem qualquer contato com outros seres humanos, é descoberto por Grace, uma guarda-florestal bem-intencionada que, ao vê-lo abandonado à sua
sorte, decide ajudá-lo. É assim que ela conhece a história do melhor amigo do rapaz: Eliott, um enorme dragão que se deixou domesticar e o ajudou a sobreviver no bosque durante todos aqueles anos. Com a ajuda de Natalie, Jack e do seu velho pai, Grace tenta encontrar pistas sobre o passado de Pete e perceber toda a verdade sobre a mística criatura de que ele tanto fala e que constantemente a remete para as histórias de encantar da sua própria infância.

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Essa é a premissa do longa que conta com Oakes Fegley (Pete), uma criança que sabe te mostrar o que o filme transmite, com um olhar cativante o menino toma conta da tela de uma maneira apaixonante. Quando Pete (Oakes) se junta com Elliot (O Dragão) o garoto ganha mais destaque, já que a amizade dos dois é muito bem apresentada durante todo o arco dramático.

Realmente a Disney conseguiu melhorar e atualizar o filme anterior, com toda a certeza as crianças vão lembrar deste filme assim como nós lembramos de A História Sem Fim. Tomara que não vire um filme esquecível, e que o publico alvo seja atingido, sou fã de quadrinhos mas quero mostrar outros filmes para meu filho. Meu Amigo O Dragão vale o ingresso, e não esqueça de levar uma criança para assistir.

Nota: classificacao-positiva

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