Crítica – Como Eu Era Antes de Você

E chega aos cinemas a aguardada adaptação do romance de JoJo Moyers, Como Eu Era Antes de Você, livro que virou o queridinho dos românticos brasileiros e que promete levar um grande público também aos cinemas. História de amor onde o milionário se apaixona pela pobre mocinha e o amor muda seus mundos e eles vivem felizes para sempre, será? Fugindo um pouco dos clichês românticos Como Eu Era Antes de Você mostra que o amor pode de certa forma transformar as pessoas, mas não mudá-las.

A história que deixou milhares de leitores aos prantos chega as telas nesta quinta-feira, 16 de junho, promete também emocionar os fãs que forem aos cinemas. Estrelado por Emília Clarke, Louisa “Lou” Clark e Sam Clafin, Will Traynor, o longa conta a história de Lou uma garota alegre que para tentar ajudar sua família vai trabalhar como cuidadora de Will Traynor, um jovem rico que se tornou paraplégico após um acidente e que não aceita sua nova condição. Lou tentar mudar essa situação e mostrar a Will que a vida pode ter seu lado bom. O longa mantem sua história bem fiel ao livro e trás em sua trilha sonora musicas de Ed Sheeran.

O longa conta com a direção de Thea Sharrock, que estreia como diretora. A escolha dos protagonistas que no início foi bem criticada por conta dos papéis marcantes que os atores interpretaram anteriormente (Emilia como Khalessi em “Game of Thrones” e Sam como Finnick Odair da trilogia “Jogos Vorazes”), mas os atores surpreenderam com uma boa química de seus personagens, e esse se torna um dos maiores trunfos da produção, apesar de a personagem de Emilia cair algumas vezes na caricatura da mocinha desajeitada com seu estilo exótico de se vestir.

Um ponto que pessoalmente não gostei foi como foi abordada a deficiência do protagonista dando a entender que nada de bom poderia acontecer para quem vive naquela condição. Um pensamento que mostra-se extremamente mesquinho já que a fala de Will em sua maior parte não se mostra incomodado pelas dores mas sim pela falta da vida que tinha e já que não teria mais o vigor físico e vida de aventuras e viagens o mesmo não se reconhece como indivíduo e acredita que não valia a pena continuar vivendo.

Uma boa história para quem gosta de romance e tristes histórias de amor, mas confesso que apenas para quem curte o gênero senão a história será apenas mais um filme água com açúcar daqueles que você assiste quando está triste.

Nota: classificacao-positiva

Sinopse: Louisa “Lou” Clark (Emilia) vive em uma pitoresca cidade de campo inglesa. Sem direção certa em sua vida, a criativa e peculiar garota de 26 anos vai de um emprego a outro para tentar ajudar sua família com as despesas. Seu jeito alegre, no entanto, é colocado à prova quando enfrenta o novo desafio de sua carreira. Ao aceitar um trabalho no “castelo” da cidade, ela se torna cuidadora e acompanhante de Will Traynor (Claflin), um banqueiro jovem e rico que se tornou cadeirante após um acidente ocorrido dois anos antes, mudando seu mundo dramaticamente em um piscar de olhos. Não mais uma alma aventureira, mas o agora cínico Will, está prestes a desistir. Isso até Lou ficar determinada a mostrar a ele que a vida vale ser vivida. Embarcando juntos em uma série de aventuras, Lou e Will irão obter mais do que esperavam e encontrarão suas vidas — e corações — mudando de um jeito que não poderiam ter imaginado.

 

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