Crítica – Visões do Passado (Backtrack)

Visões do Passado, que estreia dia 17 de março (31 de Março), é um daqueles filmes que tem tudo para ser assustador e fazer com que você não tire os olhos da tela no cinema, mas infelizmente isso não acontece, e esta cada vez mais difícil ir ao cinema ver um filme com espíritos e se assustar, ou mesmo ficar impressionado.

Desta vez o diretor e roteirista Michael Petroni não conseguiu mostrar o que eu e muitos fãs do gênero esperava, com um filme massante e confuso. Petroni estava com um ótimo elenco, já que contava com o ganhador do Oscar de melhor ator, Adrien Brody, e outros atores que não deixaram nada a desejar.

Mas com um roteiro que parecia ter sido tirado de três filmes diferentes e unido em um só, e tramas que são deixadas de lado de maneira estranha, fizeram com que o filme ficasse monótono e confuso. Em alguns momentos o longa chega a parecer um pouco com “O Sexto Sentido”, fazendo parecer que o Plot Twist seria de arrepiar, mas logo depois já vemos que isso não vai acontecer. Além de trazer muitas cenas sem sentido e viradas dignas de quem não sabia como terminar a história.

Não entendi porque isso aconteceu, já que Michael Petroni é um excelente diretor e o elenco é muito bom, e mesmo assim o filme deixou a desejar. Algumas cenas assustam, mas é somente isso. Sendo assim Visões do Passado ganha uma nota muito baixa, e infelizmente não vale o ingresso.

Nota: 

 

Visões do Passado (Backtrack) conta a história do psicólogo Peter Bower (Adrien Brody) e sua esposa decidem retornar a Melbourne, na Austrália, lugar onde se conheceram, para tentar começar uma vida nova e deixar o evento traumático que marcou suas vidas para sempre no passado: a morte de sua filha de 12 anos em um trágico acidente.

Uma vez instalados na cidade, Bower recebe a ajuda do Dr. Duncan, que realiza uma triagem de pacientes e os encaminha para o consultório do psicólogo como uma forma de Bower retornar ao trabalho mais facilmente. Quando tudo parecia se acertar, quando a vida parecia voltar aos trilhos, Bower descobre um terrível elo entre alguns de seus pacientes que o obriga a retornar a sua cidade natal e a confrontar um dilema que só ele pode solucionar.

 

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