Crítica – Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

Nos venderam um filme como um show visual de efeitos em CGI incríveis, mas Valerian apresenta apenas alguns conceitos lindos, com cenas parecidas com o Quinto Elemento, e apenas isso. O roteiro é fraco, os protagonistas não convencem e o visual ainda não ultrapassa filmes de décadas passadas.

Fui ao cinema esperando uma experiência visual nunca vista antes, realmente em alguns momentos isso acontece, mas em sua maioria Valerian não chega aos pés de Avatar quando se diz respeito a esses efeitos visuais, o CGI peca em alguns momentos sendo possível perceber que aquilo tudo é falso e sem vida. Parte disso por conta dos atores Cara Delevingne (Laureline) e Dane DeHaan (Valerian) que não conseguem em
momento algum passar alguma credibilidade para o que acontece na tela, com uma atuação medíocre, fazendo com que o filme não agrade.

O roteiro é confuso e parece que o diretor Luc Besson não conseguiu montar a história de uma maneira em que o clímax agradasse, mesmo parecendo em alguns momentos com o Quinto Elemento, filme que também contou com Besson na direção, Valerian não agrada e a única coisa que me segurou dentro da sala foram alguns conceitos apresentados no filme, conceitos esses que não foram bem aproveitados por sempre serem descartados em pouco tempo.

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas está disponível nos cinemas e foi o primeiro filme do ano baseado em quadrinhos que não vale o ingresso.

Nota: classificação 1

 

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