Análise/Crítica – Boa Noite Mamãe (Ich seh, Ich seh)

Hoje em dia é normal você sair de casa pra ver um filme de terror e ficar com o “pé atrás” sobre o que ira encontrar e o filme austríaco Boa Noite Mamãe (Ich seh, Ich seh) não muda em nada esse sentimento. Os diretores Veronika Franz e Severin Fiala, abusaram muito dos clichês e da violência gratuita no filme.

No filme uma família vive em uma residência isolada em meio a árvores e plantações de milho. Após dias afastada por conta de cirurgias plásticas, a mãe (Susanne Wuest) volta para casa e não é reconhecida pelos filhos gêmeos. As crianças, de nove anos, duvidam que a mulher de rosto coberto seja realmente sua mãe e a partir de então nada será como antes.

Lendo essa sinopse até parece que vai ser um terror que vai deixar você tenso na sala do cinema, mas na verdade o início te deixa com sono, em muitos momentos sem falas e com cenas sem nenhum sentido. Logo nos primeiros minutos já é possível saber o que está acontecendo com os irmãos gêmeos, e o longa chega a dar sono em alguns momentos, já que nada é explicado e fica difícil você criar qualquer ligação com a família.

Apenas nos 20 minutos finais começa a ter algumas sequências diferentes, mas com cenas perturbadoras e com uma violência gratuita, sem explicação plausível. Realmente não da pra engolir os motivos do porque acontece tudo aquilo, pode ser culpa da direção ou até mesmo do roteiro que deixa muitas pontas soltas, e diálogos que não dão ritmo nenhum a historia, mas nada é claro.

Mas como existe gosto para todos os tipos de filmes caso você queira perder uma hora e trinta minutos da sua vida, vá ao cinema no dia 25 de Fevereiro de 2016, data de estréia do filme aqui no Brasil.

Nota: classificação 1

 

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